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Política do Japão

Sistema Político-Partidário

O Japão tem um sistema político democrático e pluripartidário. O Estado japonês atualmente é uma monarquia parlamentarista. Todos os cidadãos adultos têm o direito ao voto e a concorrer nas eleições nacionais e locais. Há seis grandes partidos políticos. O mais forte deles, o Partido Liberal Democrata, está no poder desde 1955.

O Japão também tem um imperador. De acordo com a constituição japonesa, o imperador é o símbolo do Estado e da unidade do povo. Ele não possui poderes relacionados ao Governo.

A monarquia japonesa data de muitos séculos. É a mais antiga monarquia ininterrupta do mundo. O atual imperador, Akihito, subiu ao trono em 1989. Ele e sua esposa, a imperatriz Michiko, têm três filhos. O imperador e demais membros da família imperial vivem no Palácio Imperial de Tóquio.

Poder Executivo

O primeiro-ministro japonês é escolhido pelo Parlamento japonês (Dieta).O primeiro-ministro é o líder do partido majoritário ou de um dos partidos coligados. O primeiro-ministro é o Chefe de Governo e é membro da Dieta. O primeiro-ministro nomeia o Gabinete. Cada ministro (membro do Gabinete) dirige um dos ministérios do Governo. O Gabinete, presidido pelo primeiro ministro, é responsável pelo Poder Executivo.
Após a derrota do Japão na II Guerra Mundial, um dos objetivos das tropas aliadas de ocupação foi assentar as bases de um governo democrático. O passo decisivo foi a constituição de 1946, que privou o imperador do poder absoluto.

Poder Legislativo

O Parlamento japonês (Dieta) é bicameral : a Câmara dos Representantes, com 511 membros, sendo 200 eleitos pelo povo , seus membros são eleitos quadrienalmente por sufrágio universal, e a Câmara dos Conselheiros, com 252 mebros, todos eleitos pelo povo, seus membros são eleitos cada seis anos por sufrágio universal, sendo a metade renovada cada três anos.

Poder Judiciário

Consiste num poder independente. Compõe-se de uma rede de tribunais de hierarquia gradativa.

Defesa

Uma das primeiras medidas adotadas pelas potências aliadas em 1945 foi desmilitarizar o Japão. A constituição de 1946 obrigava o país a um pacifismo permanente. Em 1950, porém, mudanças no cenário político internacional resultaram na criação de uma “reserva policial” nacional. Em 1952, o nome foi mudado para Força de Segurança Nacional, já então com 110.000 homens, incluindo uma incipiente força naval, formada com a ajuda norte-americana. A FSN foi posteriormente ampliada, para incluir uma arma aérea, sendo então rebatizada como Força de Defesa Nacional, em 1954. Na década de 70, as forças japonesas de terra, mar e ar contavam com cerca de 285.000 homens, mas a defesa ainda depende dos EUA, que mantêm bases militares e 58.000 homens no Japão.

Crusafontia

O Crusafontia era um mamífero primitivo que vivia na Europa no início do Cretáceo. Ficou conhecido a partir da descoberta de alguns dentes, e da reconstituição baseada em esqueletos de parentes próximos. Provavelmente se parecia com um pequeno esquilo, media cerca de 10,2 centímetros e vivia em árvores. Sua dieta era composta de nozes, frutas e sementes. Como os ossos do quadril sugerem o parto de um filhote imaturo, o Crusafontia pode ter sido um marsupial.

Frugivorismo

Frugivorismo é uma forma mais restrita de dieta vegetariana, em que se ingerem apenas frutas. Como em outras dietas, algumas pessoas se consideram frugívoras mesmo não tendo uma dieta constituída apenas por frutos. As razões para isso podem ser porque ainda estão a caminho da dieta total ou por considerarem que o estágio atingido já é o suficiente. Enquanto a ingestão de frutos de uma pessoa representar a maior parte de sua alimentação, ela pode ser considerada (parcialmente) frugívora.

Definições de fruta

Usualmente, o termo “fruta” se refere apenas àqueles que são doces e, ou suculentos, como maçãs, laranjas e bananas. O conceito botânico, no entanto, inclui alimentos chamados de vegetais como o tomate, o pepino além de nozes e grãos.
Entre frugívoros, existem diferentes definições de fruta.

Formas de frugivorismo

Alguns frugívoros se alimentam apenas de frutas (no sentido usual) que caem ou iriam cair naturalmente da planta, ou seja, alimentos que podem ser colhidos sem danificar a planta.

Outros também se alimentam de grãos e sementes, apesar de alguns praticantes do frugivorismo considerarem inadequados tais hábitos.

Além desses, ainda existem frugívoros que incluem vegetais folhosos e raízes em sua dieta.

Justificativas

Diferentes argumentos são usados para defender o frugivorismo. Alguns acreditam que esta seria a dieta natural da humanidade, tomando como base Adão e Eva em .

Outros julgam inapropriado alimentar-se de outros seres vivos, incluindo plantas. Estes defendem o frugivorismo argumentando que a planta teria evoluído para adquirir frutos e facilitar a dispersão das sementes. Ao ingerir frutos, estariam, portanto, ajudando na preservação das plantas.

Além disso, existem argumentos de que a dieta frugívora seria saudável aos seres humanos, por não possibilitar a ocorrência de doenças associadas à ingestão de carne, como a vaca louca, mal de Parkinson e mal de Alzheimer.

Críticas

Como é comum com outras dietas radicais, diversas críticas são feitas ao frugivorismo. Uma delas diz que sementes eliminadas nas fezes só fecundam em contato com solo adequado. Portanto, seria necessário defecar no meio ambiente, hábito não adotado pela maioria da população mundial.

Argumenta-se também que muitos nutrientes considerados como essenciais a uma dieta saudável, não são encontradas em frutas, ou são insuficientes. Como exemplo, têm-se as proteínas; as gorduras ômega-3 e ômega-6, associadas à memória e desenvolvimento cerebral; além da vitamina B12, necessária para o bom funcionamento do sistema nervoso, cuja única fonte não animal é a levedura.

Além disso, na dieta frugívora, é comum a rejeição a frutas amassadas ou danificadas por insetos, apesar de não representarem um risco para a saúde. Dessa forma, haveria uma contribuição para maior má utilização e desperdício de alimentos.

Asclepíades

Asclepíades (124 a.C. or 129 a.C. – 40 BC) foi um médico grego nascido na Prusa de Bithynia, na Ásia Menor que trabahou em Roma.
Descartando a teoria humoral de Hipócrates, ele fundou sua prática médica na modificação da teoria atomista ou corpuscular, de acordo com a qual, as doenças resultam de movimentos desarmoniosos ou irregulares de corpúsculos do corpo. Suas idéias derivavam em parte da teoria atomica do filósofo Demócrito. Seus medicamentos eram dirigidos para restaurar a harmonia, como mudanças na dieta, massagens, banhos e exercícios físicos. Ocasionalmente utilizava também eméticos e sangrias. Ele recomendava o consumo de vinho diariamente e tentava ser simpático com seus pacientes. Asclepíades advogava o tratamento humano das doenças mentais e libertou doentes mentais de confinamentos, tratando-os com terapias naturais como dieta e massagens. Defendia a idéia de que a alma não tinha localização (era o resultado das funções perceptivas)e de que as doenças mentais apareciam como consequência de alterações das paixões.
Galeno relata que Asclepíades foi o primeiro indivíduo a realizar uma traqueotomia eletiva (procedimento não urgente)
Asclepíades tinha muitos pupilos e formaram a escola Metódica. É dito que faleceu em idade avançada.

Oxidação de aminoácidos

Os seres vivos não são capazes de armazenar aminoácidos, nem proteínas. Consequentemente, satisfeitas as necessidades de síntese, os aminoácidos excedentes são degradados.

  • Em um individuo adulto saudável, com uma dieta adequada, a oxidação de aminoácidos responde por dez a quinze por cento de suas necessidades energéticas.

A degradação dos aminoácidos compreende a remoção e a excreção do grupo amino e a oxidação da cadeia carbônica remanescente. Estas reações são catalisadas por aminotransferases. O grupo amino é convertido a uréia e as 20 cadeia carbônicas resultantes são convertidas alfa-cetoácido, compostos comuns ao metabolismo de carbohidratos e lipídios, ou seja, piruvato, Acetil coenzima A e intermediários do ciclo de Krebs.