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Sequestrador de ácidos biliares

Os Sequestradores de ácidos biliares são resinas usadas no tratamento da hipercolesterolémia e na prevenção da aterosclerose.

Farmacologia

Estas resinas liga-se com os ácidos biliares no intestino e impedem a sua reabsorção. Como os ácidos biliares são fabricados pelo fígado a partir de colesterol, este é gasto. Além disso a absorção de lípidos da dieta é diminuida, já que esta é feita juntamente com a dos ácidos biliares.

Efeitos

Diminuem os níveis sanguineos de colesterol e a aterosclerose.

Vegetarianismo

Vegetarianismo é um regime alimentar baseado fundamentalmente em alimentos de origem vegetal. Os vegetarianos excluem da sua dieta carne, bem como alimentos derivados (ex., gelatina feita com base em ossos animais). Os ovolactovegetarianos consomem também ovos e leite, e os lacto-vegetarianos leite e lacticínios.

Os vegetarianos estritos excluem da sua alimentação todo e qualquer alimento de origem animal, ou com ingredientes de origem animal. Os veganos excluem todos os produtos de origem animal não só da sua dieta como de tudo o que consomem, incluindo cosméticos, vestuário e calçado, entre outros produtos.

O nome vegetariano não origina da base da alimentação vegetal mas da expressão latina “vegetus”, que significa “forte”, “vigoroso”, “saudável”.

A União Vegetariana Internacional define vegetarianismo como “a prática de não comer carne, aves, peixes ou seus subprodutos, com ou sem uso de laticínios e ovos.” [1]

Razões para uma dieta vegetariana

Há diversas razões que levam uma pessoa a adoptar uma dieta vegetariana, designadamente as seguintes: de saúde, ecológicas, éticas, econômicas e religiosas.

Razões de Saúde

Por aconselhamento médico ou por auto-iniciativa, esta é uma motivação para muitas pessoas seguirem um regime vegetariano.
Uma dieta vegetariana equilibrada é geralmente eficaz em equilibrar os níveis de colesterol, reduzir o risco de doenças cardio-vasculares e também evitar alguns tipos de cancro (Câncer), entre outras razões [2], [3], [4].
Outro aspecto relevante prende-se com a qualidade dos produtos animais que chegam ao mercado. Os animais criados para consumo humano são alimentados com uma quantidade significativa de hormonas de crescimento e antibióticos para resistirem às doenças, sendo a carne que chega à mesa, muitas vezes, de má qualidade. Por outro lado, a poluição dos mares e rios torna o peixe igualmente inseguro.
Um terceiro ponto, nas razões de saúde, são as recorrentes crises da indústria alimentar, como a das vacas loucas ou a da gripe aviária, que levam muitas pessoas a adoptar uma dieta diferente.

Razões ecológicas

A motivação aqui é racionalizar a utilização dos recursos naturais para a obtenção de alimentos. Um vegetariano reduz um elo da cadeia alimentar, tornando-a mais eficiente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental da sua alimentação.
Para produzir carne é necessário cultivar plantas, que alimentam o gado, que por sua vez irá alimentar o Homem. Durante o passo de alimentação do gado foram gastos recursos como a água, energia e tempo, que poderiam ter sido poupados se o Homem consumisse directamente os vegetais.
Exemplo: Para produzir 1 kg de carne bovina são gastos aproximadamente 15 mil litros de água (incluindo a rega das plantas, a higiene do animal, etc); para produzir 1kg de soja são gastos menos de 1300 litros de água, cerca de 10%. A economia de água é, portanto, superior a 90%, sem que o bife traga necessariamente um valor acrescentado significativo relativamente ao cereal.

Razões éticas

Muitos vegetarianos não concebem o homem como superior ao animal, do ponto de vista do direito à vida. Ou seja, não é justo tirar a vida a um animal para alimentar uma pessoa, especialmente quando a vida dessa pessoa não depende da vida do animal. Portanto, devem co-existir os dois.
Outro aspecto prende-se com a forma como os animais são tratados. Os animais produzidos pela indústria agro-pecuária moderna são confinados em pequenos espaços, alimentados de forma artificial e tratados por vezes de forma brutal durante o transporte ou antes do abate.

Razões econômicas

A base alimentar do vegetarianismo consiste em alimentos de um nível inferior da cadeia alimentar, os legumes, frutos e grãos, mais baratos do que a carne ou o peixe, quando de qualidades comparáveis.
Os alimentos vegetarianos processados, como o tofu ou o seitan são muitas vezes produzidos pelos próprios consumidores em casa.
As razões econômicas não costumam, isoladamente, motivar uma pessoa a adaptar a dieta vegetariana, mas contribui muitas vezes, a par de outras motivações, para a mudança de regime alimentar, ou a sua manutenção.

Razões espirituais

As motivações religiosas são, muitas vezes, revestidas de grande complexidade. Budistas, Hindus e Adventistas do Sétimo Dia são tipicamente conotados com o vegetarianismo, mas as motivações não são necessariamente imposições religiosas (isto é, comer carne não é necessariamente visto como um pecado, por exemplo). Muitos Budistas preferem a dieta vegetariana porque defendem a não-violência, o que é, portanto, uma motivação ética. Muitos Adventistas escolhem e aconselham a dieta vegetariana porque a vêem como mais saudável e, portanto, vantajosa para o corpo terreno - o que é, consequentemente, uma motivação de saúde.

Bula Dourada

Bula Dourada, do latim bulla aurea, é um decreto a que foi dado um selo dourado. Estes foram emitidos por monarcas na Europa e no Império Bizantino durante a Idade Média e o Renascimento.

Alguns exemplos:

  • A Bula Dourada de 1213 foi emitida por Frederico II, Sacro Imperador Romano.
  • A Bula Dourada de 1222 foi um decreto emitido pelo Rei André II da Hungria, confirmando os direitos de nobreza; foi-lhe imposto da mesma forma que o Rei João de Inglaterra foi obrigado a assinar a Magna Carta. André também promulgou uma Bula Dourada em 1224, a Goldenen Freibrief, garantindo certos direitos aos habitantes saxões da Transilvânia.
  • Mais frequentemente, o termo refere-se à Bula Dourada de 1356, um decreto emitido por uma Dieta (Reichtag) em Nuremberga liderada pelo Sacro Imperador Carlos IV (ver Dieta de Nuremberga) que fixou, por um período de mais de 400 anos, um aspecto fulcral da estrutura do Sacro Império Romano.

Diabetes mellitus tipo 2

Veja o artigo diabetes mellitus para maiores informações gerais sobre diabetes.

Diabetes mellitus tipo 2 é um distúrbio metabólico que é caracterizado por resistência à insulina, relativo déficit de insulina e hiperglicemia. Geralmente é administrado com exercícios físicos e modificações na dieta. Esta patologia está aumentando rapidamente no mundo desenvolvido, e existem evidências de que este padrão será seguido no resto do mundo nos próximos anos.

Albumina em pó

Albumina em pó é um complemento alimentar rico constituído essencialmente por proteínas. Como contém todos os aminoácidos essenciais para o funcionamento do organismo, e como muitos dos alimentos ricos nesta substância (como os ovos) não devem ser consumidos em grandes quantidades, alguns nutricionistas recomendam o seu uso na dieta alimentar, especialmente para pessoas cujas necessidades proteicas são elevadas, como praticantes de culturismo, etc…

Capim-mimoso

O capim-mimoso (Axonopus purpusii) é uma gramínea perene que ocorre principalmente em manchas de solos arenosos.

Sendo altamente palatável, constitui uma das principais espécies componentes da dieta de bovinos, eqüinos e grandes herbívoros silvestres.

Está amplamente distribuído no Pantanal, ocorrendo em campo cerrado, borda de baías e, principalmente, em áreas de campo limpo sazonal, principalmente do Pantanal arenoso.

Bundestag

O Bundestag é a câmara de deputados (assembléia parlamentar) que, junto com o Bundesrat, constitui o corpo legislativo federal da Alemanha. Ele foi instituído após a constituição de 1949 como sucessor do Reichstag.

Desde 1999 ele se reúne no palácio do Reichstag, em Berlim, que foi profundamente renovado com uma magnífica cúpula de vidro.

Taumatina

A Taumatina é o adoçante mais poderoso conhecido. É identificado na indústria alimentícia com as siglas E 957.

È uma mistura de proteínas extraída de uma planta da África Ocidental ( Thaumatococcus daniellii Bennett ), que no organismo se metaboliza como as demais proteinas da dieta. Figura no Livro Guinness dos Records como a substância mais doce conhecida, umas 2000 vezes mais que o açúcar.

É utilizado no Japão desde 1979. Na Inglaterra é usado para adoçar medicamentos, nos USA para adoçar chicletes e na Australia como agente aromatizante. No Brasil é utilizado na Indústria Animal como palatabilizante, para estimular o consumo de alimento (ração), principalmente para suínos.

Confissão de Augsburgo

A confissão de Augsburgo, em Latim Confessio Augustana, é um documento central na reforma de Lutero, que foi uma reação à Igreja Católica. Foi apresentado na Dieta de Augsburgo de 1530.

No dia 21 de Janeiro de 1530, o Imperador Carlos V convocou uma dieta imperial a reunir-se em Abril seguinte, em Augsburgo, Alemanha. Ele desejava ter uma frente unida nas suas operações militares contra os turcos, e isso parecia exigir um fim na desunião religiosa que tinha sido introduzida como resultado da Reforma. Conseqüentemente, convidou os príncipes e representantes das cidades livres do Império para discutir as diferenças religiosas na futura dieta, na esperança de superá-las e restaurar a unidade. De acordo com o convite, o Eleitor da Saxônia pediu aos seus teólogos em Wittenberg que preparassem um relato sobre as crenças e práticas nas igrejas da sua terra. Uma vez que uma exposição de doutrinas, conhecida com o nome de Artigos de Schwabach, tinha sido preparada no verão de 1529, tudo o que parecia ser necessário agora era uma exposição adicional a respeito das mudanças práticas introduzidas nas igrejas da Saxônia. Tal exposição foi, por isso, preparada por teólogos de Wittenberg e, visto que foi aprovada num encontro em Torgau, no fim de março de 1530, é chamada comumente de Artigos de Torgau.

Juntamente com outros documentos, os Artigos de Schwabach e Torgau foram levados para Augsburgo. Lá foi decidido fazer uma declaração luterana conjunta em vez de uma simples declaração saxônica, a explanação a ser apresentada ao Imperador. Circunstâncias também exigiram que se deixasse claro na declaração que os luteranos não fossem reunidos ao acaso com os demais oponentes de Roma. Outras considerações indicaram que seria desejável enfatizar mais a harmonia com Roma do que as diferenças. Todos estes fatores contribuiram para determinar as características do documento que estava sendo preparado por Felipe Melanchthon. Os Artigos de Schwabach tornaram-se a base para a primeira parte do que veio a ser chamado de Confissão de Augsburgo, e os Artigos de Torgau tornaram-se a sua segunda parte. Lutero, que não estava presente em Augsburgo, foi consultado por correspondência, mas as emendas e revisões continuaram sendo feitas até a véspera da apresentação formal ao imperador, em 25 de Junho de 1530. Assinada por sete príncipes e pelos representantes de duas cidades livres, a Confissão imediatamente adquiriu importância peculiar como uma declaração pública de fé.

Dois dias após a apresentação da Confissão de Augsburgo, os representantes católicos resolveram preparar uma refutação ao documento luterano, a Confutatio Pontificia (Confutação). Ela foi lida na Dieta em 3 de Agosto. O Imperador exigiu que os luteranos admitissem que sua Confissão havia sido refutada. A reação luterana surgiu na forma da Apologia da Confissão de Augsburgo, que estava pronta para ser apresentada em 22 de Setembro, mas foi rejeitada pelo Imperador.

A Apologia foi publicada por Felipe Melanchton no fim de maio de 1531. Tornou-se confissão de fé oficial quando foi assinada, juntamente com a Confissão de Augsburgo, em Esmalcalde, em 1537.

Bula Dourada de 1356

A Bula Dourada de 1356 foi um decreto emitido pela Dieta de Nuremberga (Reichstag), presidida pelo imperador Carlos IV, Sacro Imperador Romano (ver Dieta de Nuremberga) que determinou, por um período de mais de 400 anos, um aspecto fulcral da estrutura constituinte do Sacro Império Romano-Germânico.

A Bula Dourada nomeava explicitamente os sete Príncipe-Eleitores que deveriam escolher o Rei dos alemães, o qual deveria normalmente ser posteriormente coroado Sacro Imperador Romano pelo papa. Consequentemente, a Bula menciona um rex in imperatorem promovendus, o “rei a ser promovido imperador” — apesar da distinção entre os dois títulos se tornaria progressivamente irrelevante (e virtualmente não existente depois de 1508).