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Grão-ducado da Finlândia

O Grão-ducado da Finlândia foi um estado existente no território da atual República da Finlândia, estabelecido no ano de 1809, com a dieta de Porvoo, resultante da vitória do Império Russo na Guerra Finlandesa, teve sua independência em 1917. Apesar de de jure independente do Império Russo, os estados estavam sob uma união pessoal na mão do czar, que exercia o papel de grão-duque da Finlândia.

História

A Finlândia fora um território integrante do reino da Suécia, que foi invadida por forças do Império Russo, durante a Guerra Finlandesa (1808-1809). Com o fim dessa guerra, foi assinado um tratado de paz na cidade de Hamina, em 17 de setembro de 1809. Nos termos desse tratado, foram cedidas ao Império Russo a região de Österland e uma parte da região de Norrland. Essas duas regiões correspondiam às províncias da Finlândia Própria, da Carélia, da Lapônia, da Ostrobótnia, de Satakunta, da Savônia, da Tavastia, da Uusimaa e de Åland. Foi, então, estabelecido o Grão-ducado da Finlândia, através da dieta de Porvoo, como um estado autônomo, mas ligado à Rússia sob uma união pessoal.

Em fevereiro de 1917, após a revolução Menchevique na Rússia, o governo finlandês começou a agir no sentido de garantir sua autonomia. Em outubro do mesmo ano, após a revolução Bolchevique na Rússia, a Finlândia declarou sua independência, que marcou a formação da Finlândia como estado-nação. Seguiu-se uma violenta guerra civil entre forças de direita e esquerda. Após a guerra e um curto período de monarquia, formou-se a república da Finlândia.

Política

O grão-ducado teve duas capitais nesse período: Turku, de 1809 a 1812, e Helsinque, de 1812 a 1917. Sua história pode ser dividida em três fases: consolidação (de 1809 a 1862), aumento da independência (de 1863 a 1898) e russificação (1899 a 1917).

O representante do czar no grão-ducado tinha o título de general-governante. O senado era o principal órgão do poder executivo da Finlândia, cujo representante em São Petesburgo (capital do Império Russo) era o ministro-secretário finlandês de Estado.

Em 1863, foi instituída a dieta de Finlândia, que funcionava como assembléia legislativa do Grão-ducado. Em 1906, o parlamento da Finlândia substituiu a dieta como órgão legislativo, e sua ordem hereditária foi substituída por uma universalmente eleita. Pela primeira vez na história, o sufrágio e a elegibilidade universal foram instituídos.

Vegetarianismo

Vegetarianismo é um regime alimentar baseado fundamentalmente em alimentos de origem vegetal. Os vegetarianos excluem da sua dieta carne, bem como alimentos derivados (ex., gelatina feita com base em ossos animais). Os ovolactovegetarianos consomem também ovos e leite, e os lacto-vegetarianos leite e lacticínios.

Os vegetarianos estritos excluem da sua alimentação todo e qualquer alimento de origem animal, ou com ingredientes de origem animal. Os veganos excluem todos os produtos de origem animal não só da sua dieta como de tudo o que consomem, incluindo cosméticos, vestuário e calçado, entre outros produtos.

O nome vegetariano não origina da base da alimentação vegetal mas da expressão latina “vegetus”, que significa “forte”, “vigoroso”, “saudável”.

A União Vegetariana Internacional define vegetarianismo como “a prática de não comer carne, aves, peixes ou seus subprodutos, com ou sem uso de laticínios e ovos.” [1]

Razões para uma dieta vegetariana

Há diversas razões que levam uma pessoa a adoptar uma dieta vegetariana, designadamente as seguintes: de saúde, ecológicas, éticas, econômicas e religiosas.

Razões de Saúde

Por aconselhamento médico ou por auto-iniciativa, esta é uma motivação para muitas pessoas seguirem um regime vegetariano.
Uma dieta vegetariana equilibrada é geralmente eficaz em equilibrar os níveis de colesterol, reduzir o risco de doenças cardio-vasculares e também evitar alguns tipos de cancro (Câncer), entre outras razões [2], [3], [4].
Outro aspecto relevante prende-se com a qualidade dos produtos animais que chegam ao mercado. Os animais criados para consumo humano são alimentados com uma quantidade significativa de hormonas de crescimento e antibióticos para resistirem às doenças, sendo a carne que chega à mesa, muitas vezes, de má qualidade. Por outro lado, a poluição dos mares e rios torna o peixe igualmente inseguro.
Um terceiro ponto, nas razões de saúde, são as recorrentes crises da indústria alimentar, como a das vacas loucas ou a da gripe aviária, que levam muitas pessoas a adoptar uma dieta diferente.

Razões ecológicas

A motivação aqui é racionalizar a utilização dos recursos naturais para a obtenção de alimentos. Um vegetariano reduz um elo da cadeia alimentar, tornando-a mais eficiente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental da sua alimentação.
Para produzir carne é necessário cultivar plantas, que alimentam o gado, que por sua vez irá alimentar o Homem. Durante o passo de alimentação do gado foram gastos recursos como a água, energia e tempo, que poderiam ter sido poupados se o Homem consumisse directamente os vegetais.
Exemplo: Para produzir 1 kg de carne bovina são gastos aproximadamente 15 mil litros de água (incluindo a rega das plantas, a higiene do animal, etc); para produzir 1kg de soja são gastos menos de 1300 litros de água, cerca de 10%. A economia de água é, portanto, superior a 90%, sem que o bife traga necessariamente um valor acrescentado significativo relativamente ao cereal.

Razões éticas

Muitos vegetarianos não concebem o homem como superior ao animal, do ponto de vista do direito à vida. Ou seja, não é justo tirar a vida a um animal para alimentar uma pessoa, especialmente quando a vida dessa pessoa não depende da vida do animal. Portanto, devem co-existir os dois.
Outro aspecto prende-se com a forma como os animais são tratados. Os animais produzidos pela indústria agro-pecuária moderna são confinados em pequenos espaços, alimentados de forma artificial e tratados por vezes de forma brutal durante o transporte ou antes do abate.

Razões econômicas

A base alimentar do vegetarianismo consiste em alimentos de um nível inferior da cadeia alimentar, os legumes, frutos e grãos, mais baratos do que a carne ou o peixe, quando de qualidades comparáveis.
Os alimentos vegetarianos processados, como o tofu ou o seitan são muitas vezes produzidos pelos próprios consumidores em casa.
As razões econômicas não costumam, isoladamente, motivar uma pessoa a adaptar a dieta vegetariana, mas contribui muitas vezes, a par de outras motivações, para a mudança de regime alimentar, ou a sua manutenção.

Razões espirituais

As motivações religiosas são, muitas vezes, revestidas de grande complexidade. Budistas, Hindus e Adventistas do Sétimo Dia são tipicamente conotados com o vegetarianismo, mas as motivações não são necessariamente imposições religiosas (isto é, comer carne não é necessariamente visto como um pecado, por exemplo). Muitos Budistas preferem a dieta vegetariana porque defendem a não-violência, o que é, portanto, uma motivação ética. Muitos Adventistas escolhem e aconselham a dieta vegetariana porque a vêem como mais saudável e, portanto, vantajosa para o corpo terreno - o que é, consequentemente, uma motivação de saúde.

Frederico III, Eleitor da Saxônia

Frederico III, também conhecido como Frederico, o Sábio, (17 de Janeiro de 1463 - 5 de Maio de 1525) foi o Príncipe-eleitor da Saxónia entre 1486 e 1525.

Foi o filho de Ernst, Príncipe-eleitor da Saxónia e da esposa Elisabete, filha de Alberto, duque da Baviera. Ele sucedeu ao pai como eleitor em 1486.

Em 1502 ele fundou a Universidade de Wittenberg, onde Martinho Lutero e Melanchthon ensinaram.

Ele foi também o candidato do papa Leão X para santo imperador romano em 1519, mas ajudou a eleger Carlos V. Frederico conseguiu a isenção da Saxónia do Édito de Worms e assegurou que Lutero fosse ouvido perante a Dieta de Worms em 1521.

Ele protegeu Lutero do imperador e do papa ao ordenar que o abrigassem no castelo de Wartburg após a Dieta de Worms.

Frederico teve no entanto pouco contacto pessoal com Lutero, tendo permanecido católico romano.

Curiosidades

O papel de Frederico, o sábio no filme “Luther” (”Lutero”, em português) do realizador Eric Till, estreado em 2003, foi desempenhado por Sir Peter Ustinov.

Székesfehérvár

Székesfehérvár (Alba Regia em latim) é uma cidade e um condado urbano (megyei jogú város em húngaro) da Hungria central, a cerca de 65 km a sudoeste de Budapeste. Székesfehérvár é a capital do condado de Fejér e da região da Transdanúbia Central.

Durante a Idade Média, a cidade era uma residência real e, portanto, uma das mais importantes da Hungria. Nela coroaram-se 37 *reis e 39 rainhas consortes, sepultaram-se 15 soberanos, reunia-se a Dieta e guardavam-se as jóias da coroa.

O nome húngaro significa Castelo (vár) Branco (fehér) da Sede/Cadeira (szék).

Peixinho

O Peixinho é um tipo de corte da carne bovina. Está localizado na parte dianteira do animal que representa % dela.

Informação nutricional

Valor calórico 129,97 kcal 5%
Carboidratos 0,01 g 0%
Proteínas 22,11 g 44%
Gorduras totais 4,61 g 5%
Gorduras saturadas 1,80 g 7%
Colesterol 46,35 mg 15%
Fibras 0 g 0%
Cálcio 13,37 mg 2%
Ferro 1,82 mg 13%
Sódio 60,76 mg 3%

Obs.: Valores diários em referência com base em uma dieta de 2.500 calorias por porção de 100g com referência para animais do Brasil.

Édito de Worms

O Édito de Worms foi assinado por Carlos V, Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, a 25 de Maio de 1521 em Worms, nos finais da Dieta de Worms. Continha uma condenação de Martinho Lutero e declarava-o um fora-da-lei e um herético pela sua oposição às doutrinas da Igreja católica romana. Entre outras coisas, este veredicto permitia a qualquer pessoa que matasse Martinho Lutero sem sofrer por isso qualquer consequência legal, e dispunha que as propriedades de Martinho Lutero e de seus seguidores fossem confiscadas.

Ponta de agulha

A Ponta de Agulha ou somente Costela é um tipo de corte de carne bovina. Está localizada entre a parte traseira e a dianteira do animal, representando aproximadamente 12,00 % do animal inteiro.

Informação nutricional

Valor calórico 218,70 kcal 9%
Carboidratos 1,15 g 0%
Proteínas 21,43 g 43%
Gorduras totais 14,26 g 0%
Gorduras saturadas 6,28 g 25%
Colesterol 40,13 mg 13%
Fibras 0 g 0%
Cálcio 37,77 mg 5%
Ferro 1,30 mg 9%
Sódio 63,12 mg 3%

Obs.: Valores diários em referência com base em uma dieta de 2.500 calorias por porção de 100g com referência para animais do Brasil.

Câncer colorretal

O câncer de intestino grosso é uma neoplasia maligna que acomete a parede do intestino, e que dependendo do grau de invasão desta parede pode comprometer outros órgãos (metástase). Este tipo de câncer é um dos mais freqüentes, e em geral está relacionado à dieta pobre em fibras e rica em gordura, sedentarismo, obesidade, tabagismo, história familiar de câncer de intestino ou predisposição genética.

Em 85% dos casos, o câncer de intestino é precedido por uma lesão benigna conhecida por pólipo. Dependendo da característica deste pólipo, ele pode se tornar maligno e iniciar o câncer. Devido a este processo é que se faz a prevenção deste tipo de tumor com a colonoscopia, já que este exame permite o diagnóstico e a retirada do pólipo. Nos outros 15% dos casos, o tumor ocorre devido a uma doença genética, e se caracteriza por acometer pacientes mais jovens e por não apresentar o pólipo como lesão pré-maligna, ou seja, surge diretamente na parede do intestino.

Os sintomas mais comuns do câncer de intestino são o sangramento intestinal, a mudança do hábito intestinal e da forma das fezes, a dor e distensão abdominais, emagrecimento e anemia. Como estes sintomas são muito comuns em outras doenças, como no caso da hemorróida e da doença diverticular, todos devem procurar auxílio médico para fazer um diagnóstico correto dos sintomas.

O tratamento consiste na retirada do tumor, que pode ser endoscópica (colonoscopia) ou cirúrgica. A ressecção endoscópica é realizada nos casos iniciais do câncer, ou seja, naqueles em que não houve o comprometimento mais profundo da parede do intestino. Nos casos cirúrgicos, o segmento intestinal comprometido é ressecado, e o trânsito intestinal reconstruído, sempre que possível. Além disso, pode haver a necessidade de tratamento complementar com quimioterapia e radioterapia, que são indicados antes ou após a cirurgia, e nos casos mais avançados, para que se evite ou se tratem as lesões metastáticas.

Cobra de Duas Cabeças

A cobra de duas cabeças é um réptil pertencente ao grupo das anfisbenas que apresenta algumas semelhanças com as serpentes.

Esses répteis da espécie amphisbaenia são animais cavadores que passam muito tempo embaixo da terra. Eles não são considerados lagartos, mas pertencem a um grupo separado de animais bem diferentes, com estilos de vida muito semelhantes. Como a maioria dos amphisbaenians, eles não possuem patas identificáveis e têm olhos pequenos um pouco escondidos por pequenas conchas transparentes. Durante o dia, cavam tocas empurrando a terra para frente com suas cabeças arredondadas e fortalecidas, possuem crânios especialmente grossos.

  • Tamanho: até 50cm
  • Localização: Regiões florestais na Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Peru, Suriname, Trinidad, Venezuela
  • Dieta: Pequenos invertebrados
  • Reprodução: Ovíparos.

Frugivorismo

Frugivorismo é uma forma mais restrita de dieta vegetariana, em que se ingerem apenas frutas. Como em outras dietas, algumas pessoas se consideram frugívoras mesmo não tendo uma dieta constituída apenas por frutos. As razões para isso podem ser porque ainda estão a caminho da dieta total ou por considerarem que o estágio atingido já é o suficiente. Enquanto a ingestão de frutos de uma pessoa representar a maior parte de sua alimentação, ela pode ser considerada (parcialmente) frugívora.

Definições de fruta

Usualmente, o termo “fruta” se refere apenas àqueles que são doces e, ou suculentos, como maçãs, laranjas e bananas. O conceito botânico, no entanto, inclui alimentos chamados de vegetais como o tomate, o pepino além de nozes e grãos.
Entre frugívoros, existem diferentes definições de fruta.

Formas de frugivorismo

Alguns frugívoros se alimentam apenas de frutas (no sentido usual) que caem ou iriam cair naturalmente da planta, ou seja, alimentos que podem ser colhidos sem danificar a planta.

Outros também se alimentam de grãos e sementes, apesar de alguns praticantes do frugivorismo considerarem inadequados tais hábitos.

Além desses, ainda existem frugívoros que incluem vegetais folhosos e raízes em sua dieta.

Justificativas

Diferentes argumentos são usados para defender o frugivorismo. Alguns acreditam que esta seria a dieta natural da humanidade, tomando como base Adão e Eva em .

Outros julgam inapropriado alimentar-se de outros seres vivos, incluindo plantas. Estes defendem o frugivorismo argumentando que a planta teria evoluído para adquirir frutos e facilitar a dispersão das sementes. Ao ingerir frutos, estariam, portanto, ajudando na preservação das plantas.

Além disso, existem argumentos de que a dieta frugívora seria saudável aos seres humanos, por não possibilitar a ocorrência de doenças associadas à ingestão de carne, como a vaca louca, mal de Parkinson e mal de Alzheimer.

Críticas

Como é comum com outras dietas radicais, diversas críticas são feitas ao frugivorismo. Uma delas diz que sementes eliminadas nas fezes só fecundam em contato com solo adequado. Portanto, seria necessário defecar no meio ambiente, hábito não adotado pela maioria da população mundial.

Argumenta-se também que muitos nutrientes considerados como essenciais a uma dieta saudável, não são encontradas em frutas, ou são insuficientes. Como exemplo, têm-se as proteínas; as gorduras ômega-3 e ômega-6, associadas à memória e desenvolvimento cerebral; além da vitamina B12, necessária para o bom funcionamento do sistema nervoso, cuja única fonte não animal é a levedura.

Além disso, na dieta frugívora, é comum a rejeição a frutas amassadas ou danificadas por insetos, apesar de não representarem um risco para a saúde. Dessa forma, haveria uma contribuição para maior má utilização e desperdício de alimentos.