Entries Tagged as 'Uncategorized'

Robert Atkins

Robert Coleman Atkins (17 de outubro de 1930 — 17 de abril de 2003) foi um médico e cardiologista estado-unidense.

É mais conhecido pelo Atkins Nutritional Approach (Dieta de Atkins), um método popular mas controverso de dieta que consiste em ingerir proteínas, gorduras e apenas carboidratos leves.

Alega-se que a ingestão de proteínas em larga escala não a tornam necessariamente uma dieta de alta proteína. A maioria das pessoas que faz a dieta de Atkins realmente busca obter energia através da maior ingestão de gorduras e a ingestão de proteínas acaba significando menos de quarenta por cento da dieta. Além disso a ingestão de alta gordura — como gorduras saturadas tipo manteiga — sacia rapidamente a fome, o que significa pouca alimentação diária.

Atkins graduou-se na Universidade de Michigan em 1951 e recebeu seu grau médico pela Cornell Medical College em 1955, depois de se especializar em cardiologia. Atkins também defendeu o uso de vitaminas e remédios verbais no lugar ou antes de remédios farmacêuticos ou cirurgias para ocorrências como acne, câncer, depressão, etc.

Em 18 de abril de 2002, Atkins sofreu um infarto, que segundo ele e seu médico foi causado por uma cardiomiopatia, condição não ligada à alimentação.

Quase um ano depois, em 8 de abril de 2003, Atkins sofreu um acidente (caiu na frente de seu escritório) que causou lesões na cabeça e que o colocou em coma. Nunca recuperou-se, vindo a morrer em 17 de abril daquele ano. Seus registros médicos indicavam que ele morreu obeso, com aproximadamente 118 kg. Entretanto isso pode ter sido causado pela retenção de fluidos após sua queda.

Diabetes mellitus tipo 2

Veja o artigo diabetes mellitus para maiores informações gerais sobre diabetes.

Diabetes mellitus tipo 2 é um distúrbio metabólico que é caracterizado por resistência à insulina, relativo déficit de insulina e hiperglicemia. Geralmente é administrado com exercícios físicos e modificações na dieta. Esta patologia está aumentando rapidamente no mundo desenvolvido, e existem evidências de que este padrão será seguido no resto do mundo nos próximos anos.

Aino (língua)

A língua aino (アイヌ イタク, aynu itak) é falada pelos ainos, que habitam as ilhas de Hokkaido e Honshū (Japão) e as ilhas Curilhas e Sacalina (Rússia). Houve tentativas de agrupá-la segundo o critério de genealogia lingüística ao japonês, coreano, samoiedo entre outras, porém não apresentaram resultados confiáveis.

Após um período de retração ocasionado pela política de perseguição a minorias, levado a cabo pelas autoridades japonesas desde o xogunato e após a Restauração Meiji de 1.865, o aino tem passado nos derradeiros anos por um renascimento, já contando com cursos em Sapporo e um programa semanal na rádio provincial de Hokkaido. Em 2004 começou a tramitar no parlamento (Dieta) um projeto de lei tornando-a língua optativa nas escolas da capital.

Otão II, Sacro Imperador Romano-Germânico

Otão II (955 – 7 de Dezembro de 983, Roma), foi o terceiro governante germânico da Dinastia otoniana, da Casa de Saxónia.

Otão foi nomeado rei co-regente de Itália e Germânia, com o seu pai, Otão I do Sacro Império Romano-Germânico em 961 e tornou-se co-imperador em 967. Casou-se com Teófana, filha do Imperador Romano II do Império Romano do Oriente, a 14 de Abril de 972. Depois da morte de seu pai, em 973, foi aceite como imperador do Sacro Império Romano sem qualquer oposição.

Otão prosseguiu a política do seu pai no sentido de fortalecer o domínio imperial na Germânia, além de a estender de forma mais profunda na península itálica. Henrique II, duque da Baviera, revoltou-se em 974, conseguindo-se a paz apenas em 978. No ano seguinte, Otão recebeu a submissão da Boémia e da Polónia. Nesse mesmo ano, Lotário de França invadiu a Lorena, a que Otão resignará mais tarde, em 980. Com os territórios da Alemanha assegurados, Otão decidiu invadir Itália, mas seria expulso pelos árabes em 982. No verão seguinte, convocou uma Dieta em Verona para confirmar o seu filho, Otão III, como rei da Germânia. Morreu mais tarde nesse ano, durante uma campanha a Veneza. Enquanto permanecia em Itália, uma invasão eslava empurrou os alemães para oeste do rio Elba, ainda que o domínio sobre o território estivesse bem assente, na data da sua morte.

Confissão de Augsburgo

A confissão de Augsburgo, em Latim Confessio Augustana, é um documento central na reforma de Lutero, que foi uma reação à Igreja Católica. Foi apresentado na Dieta de Augsburgo de 1530.

No dia 21 de Janeiro de 1530, o Imperador Carlos V convocou uma dieta imperial a reunir-se em Abril seguinte, em Augsburgo, Alemanha. Ele desejava ter uma frente unida nas suas operações militares contra os turcos, e isso parecia exigir um fim na desunião religiosa que tinha sido introduzida como resultado da Reforma. Conseqüentemente, convidou os príncipes e representantes das cidades livres do Império para discutir as diferenças religiosas na futura dieta, na esperança de superá-las e restaurar a unidade. De acordo com o convite, o Eleitor da Saxônia pediu aos seus teólogos em Wittenberg que preparassem um relato sobre as crenças e práticas nas igrejas da sua terra. Uma vez que uma exposição de doutrinas, conhecida com o nome de Artigos de Schwabach, tinha sido preparada no verão de 1529, tudo o que parecia ser necessário agora era uma exposição adicional a respeito das mudanças práticas introduzidas nas igrejas da Saxônia. Tal exposição foi, por isso, preparada por teólogos de Wittenberg e, visto que foi aprovada num encontro em Torgau, no fim de março de 1530, é chamada comumente de Artigos de Torgau.

Juntamente com outros documentos, os Artigos de Schwabach e Torgau foram levados para Augsburgo. Lá foi decidido fazer uma declaração luterana conjunta em vez de uma simples declaração saxônica, a explanação a ser apresentada ao Imperador. Circunstâncias também exigiram que se deixasse claro na declaração que os luteranos não fossem reunidos ao acaso com os demais oponentes de Roma. Outras considerações indicaram que seria desejável enfatizar mais a harmonia com Roma do que as diferenças. Todos estes fatores contribuiram para determinar as características do documento que estava sendo preparado por Felipe Melanchthon. Os Artigos de Schwabach tornaram-se a base para a primeira parte do que veio a ser chamado de Confissão de Augsburgo, e os Artigos de Torgau tornaram-se a sua segunda parte. Lutero, que não estava presente em Augsburgo, foi consultado por correspondência, mas as emendas e revisões continuaram sendo feitas até a véspera da apresentação formal ao imperador, em 25 de Junho de 1530. Assinada por sete príncipes e pelos representantes de duas cidades livres, a Confissão imediatamente adquiriu importância peculiar como uma declaração pública de fé.

Dois dias após a apresentação da Confissão de Augsburgo, os representantes católicos resolveram preparar uma refutação ao documento luterano, a Confutatio Pontificia (Confutação). Ela foi lida na Dieta em 3 de Agosto. O Imperador exigiu que os luteranos admitissem que sua Confissão havia sido refutada. A reação luterana surgiu na forma da Apologia da Confissão de Augsburgo, que estava pronta para ser apresentada em 22 de Setembro, mas foi rejeitada pelo Imperador.

A Apologia foi publicada por Felipe Melanchton no fim de maio de 1531. Tornou-se confissão de fé oficial quando foi assinada, juntamente com a Confissão de Augsburgo, em Esmalcalde, em 1537.

Frugivorismo

Frugivorismo é uma forma mais restrita de dieta vegetariana, em que se ingerem apenas frutas. Como em outras dietas, algumas pessoas se consideram frugívoras mesmo não tendo uma dieta constituída apenas por frutos. As razões para isso podem ser porque ainda estão a caminho da dieta total ou por considerarem que o estágio atingido já é o suficiente. Enquanto a ingestão de frutos de uma pessoa representar a maior parte de sua alimentação, ela pode ser considerada (parcialmente) frugívora.

Definições de fruta

Usualmente, o termo “fruta” se refere apenas àqueles que são doces e, ou suculentos, como maçãs, laranjas e bananas. O conceito botânico, no entanto, inclui alimentos chamados de vegetais como o tomate, o pepino além de nozes e grãos.
Entre frugívoros, existem diferentes definições de fruta.

Formas de frugivorismo

Alguns frugívoros se alimentam apenas de frutas (no sentido usual) que caem ou iriam cair naturalmente da planta, ou seja, alimentos que podem ser colhidos sem danificar a planta.

Outros também se alimentam de grãos e sementes, apesar de alguns praticantes do frugivorismo considerarem inadequados tais hábitos.

Além desses, ainda existem frugívoros que incluem vegetais folhosos e raízes em sua dieta.

Justificativas

Diferentes argumentos são usados para defender o frugivorismo. Alguns acreditam que esta seria a dieta natural da humanidade, tomando como base Adão e Eva em .

Outros julgam inapropriado alimentar-se de outros seres vivos, incluindo plantas. Estes defendem o frugivorismo argumentando que a planta teria evoluído para adquirir frutos e facilitar a dispersão das sementes. Ao ingerir frutos, estariam, portanto, ajudando na preservação das plantas.

Além disso, existem argumentos de que a dieta frugívora seria saudável aos seres humanos, por não possibilitar a ocorrência de doenças associadas à ingestão de carne, como a vaca louca, mal de Parkinson e mal de Alzheimer.

Críticas

Como é comum com outras dietas radicais, diversas críticas são feitas ao frugivorismo. Uma delas diz que sementes eliminadas nas fezes só fecundam em contato com solo adequado. Portanto, seria necessário defecar no meio ambiente, hábito não adotado pela maioria da população mundial.

Argumenta-se também que muitos nutrientes considerados como essenciais a uma dieta saudável, não são encontradas em frutas, ou são insuficientes. Como exemplo, têm-se as proteínas; as gorduras ômega-3 e ômega-6, associadas à memória e desenvolvimento cerebral; além da vitamina B12, necessária para o bom funcionamento do sistema nervoso, cuja única fonte não animal é a levedura.

Além disso, na dieta frugívora, é comum a rejeição a frutas amassadas ou danificadas por insetos, apesar de não representarem um risco para a saúde. Dessa forma, haveria uma contribuição para maior má utilização e desperdício de alimentos.

Síndrome de Lennox-Gastaut

A Síndrome de Lennox-Gastaut (SLG) é uma forma de epilepsia generalizada, principalmente na infância.

Tratamento

Manter as crises esporádicas com o uso de medicação. Em casos mais difíceis de controle de crises com medicação, é usada a dieta cetogênica, onde se consegue bom controle imediato, porém temporário. Elaboração: AHMSA (Associação Educacional para Múltipla Deficiência).

Laxante

Laxante, purgante ou purgativo é uma substância que provoca contrações intestinais, que levam o indivíduo a defecar.

Um dos produtos usados tradicionalmente para este efeito é o óleo de rícino.

Estes fármacos podem ser classificados, com base no seu mecanismo de ação, como irritantes ou estimulantes, agentes formadores de massa ou bojantes e amolecedores do bolo fecal.

O uso de laxantes é muitas vezes abusado por pessoas com bulimia e anorexia que querem emagrecer. O uso indiscriminado de laxante é muito sério, já que pode ocasionar problemas como paralisia intestinal, síndrome do intestino irritável, pancreatite, entre outros.

O bisacodil é um laxante que aumenta os movimentos peristálticos. Deve-se levar em consideração que ele é dose-dependente. Desta forma, deve ser tomado com cuidado.

Constipação intestinal

Constipação intestinal é a dificuldade de eliminação das fezes, as quais se tornam ressecadas e na maioria das vezes, com aumento do intervalo entre as evacuações. É um sintoma comum em pessoas que ingerem dieta com pouca fibra alimentar. Em crianças a constipação pode vir acompanhada de outro sintoma muito comum que é o escape fecal ou soiling ou seja, o ato de sujar as roupas íntimas involuntariamente.

Wojsko komputowe

Wojsko komputowe (exército de orçamento) é um tipo de unidade militar usada na República das Duas Nações nos séculos XVII e XVIII.

Até o meio do século XVII, as forças polonesas estavam divididas em unidades permanentes (polonês: wojsko kwarciane) e unidades suplementares (polonês: wojsko komputowe, também wojsko suplementowe), que eram criadas segundo as necessidades militares. Em 1652 essa distinção terminou, e os dois tipos de forças foram fundidas no wojsko komputowe.

A etimologia do nome vem do latim computatio (conta, cálculo), e do Polonês Antigo komput - orçamento do exército que era votado pelo parlamento da República, o Sejm.

Wojsko kwarciane era composto de várias unidades, formadas por soldados nascidos na República e por mercenários estrangeiros. A Dieta votava em pagar por certo número de unidades (porções, polonês: porcje, na infantaria, e cavalos, polonês: konie para a cavalaria).

O número de pessoas (que era mantido como um segredo de Estado) variava, porque geralmente os comandantes (hetmans) pagavam, por um número adicional de homens, de seus próprios bolsos. Durante o tempo de paz, o orçamento do exército da República constava de cerca de 12 000 homens da parte polonesa e de 6 000 do Grão-Ducado da Lituânia. Durante o tempo de guerra esse número era aumentado para cerca de 24 000-40 000 para a Polônia e 8 000-22 000 para a Lituânia.

Além disso, o wojsko kwarciane era suplementado com a base de recrutas camponeses de piechota wybraniecka e a partir de 1653, piechota łanowa, cossacos registrados (até 1699), pospolite ruszenie, Guarda Real, paramilitares dos magnatas e cidades e wojsko ordynackie.

Em 1717 a “Dieta Calada” (Sejm Niemy), instalada sob a coação russa, estipulou valores de 18 000 homens para a Polônia e 6 200 para a Lituânia. Isto marcou o início do controle russo sobre os exércitos da República, que permaneceria até a Constituição polonesa de 3 de maio de 1791.