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Peixinho

O Peixinho é um tipo de corte da carne bovina. Está localizado na parte dianteira do animal que representa % dela.

Informação nutricional

Valor calórico 129,97 kcal 5%
Carboidratos 0,01 g 0%
Proteínas 22,11 g 44%
Gorduras totais 4,61 g 5%
Gorduras saturadas 1,80 g 7%
Colesterol 46,35 mg 15%
Fibras 0 g 0%
Cálcio 13,37 mg 2%
Ferro 1,82 mg 13%
Sódio 60,76 mg 3%

Obs.: Valores diários em referência com base em uma dieta de 2.500 calorias por porção de 100g com referência para animais do Brasil.

Parlamento da Finlândia

O parlamento da Finlândia (finlandês: Eduskunta) é um parlamento unicameral, composto por 200 membros, e reúne-se na Casa do Parlamento (finlandês: Eduskuntatalo), em Helsinque.

O parlamento cria leis, decide o orçamento, aprova tratados internacionais e supervisiona as atividades do governo. Pode alterar a constituição, intervir nas decisões do conselho de estado e subrepujar os vetos presidenciais. Seus atos não estão sujeitos à revisão legal.

O parlamento foi estabelecido em 1916, subtituíndo a dieta da Finlândia como órgão legislativo do Grão-ducado da Finlândia.

Hipotiroidismo

Hipotiroidismo ou hipotireoidismo é um estado doentio causado pela produção insuficiente de hormônio tiróide.

Há várias causas distintas para o hipotiroidismo, sendo que a mais comum é a tiroidite de Hashimoto. Outra causa comum é o hipotiroidismo resultante de terapia radioiodine para hipertiroidismo. A deficiência de iodo na dieta também pode causar hipotiroidismo.

Adultos

Fala lenta e rouca, memória prejudicada, reflexos lentos, pele seca, sensibilidade aumentada ao frio e calor, obesidade e ganho de peso, depressão (especialmente em idosos), anemia , metabolismo muito lento, obstipação (prisão de ventre), fadiga, falta de fôlego, necessidade de sono aumentada, perda de desejo sexual, dor em articulações e músculos, palidez, irritabilidade, ciclos menstruais anormais, infertilidade ou dificuldade de engravidar, colesterol elevado.

Crianças

Idade muito nova: vontade constante de defecar, constipação, ronco, sono em excesso.
Fase em que começa a andar: abdome protuberante, pele seca, dentes demorando a nascer.
Depois de começar a andar: falta de crescimento normal, estatura anormalmente pequena para a idade, inteligência abaixo do normal para a idade.

Tratamento de hipotiroidismo

Reposição hormonal com levotiroxina (L-T4). O tratamento associando T4 e T3 não tem sido recomendado, pois a maior parte dos ensaios clínicos não demonstram benefícios (o T4 administrado é convertido perifericamente em T3, o hormônio ativo). Deficiência na dieta de certos minerais (como o iodo e o selênio) podem ocasionar hipotiroidismo, então a suplementação desses pode ser um tratamento eficiente em casos especiais.

Crusafontia

O Crusafontia era um mamífero primitivo que vivia na Europa no início do Cretáceo. Ficou conhecido a partir da descoberta de alguns dentes, e da reconstituição baseada em esqueletos de parentes próximos. Provavelmente se parecia com um pequeno esquilo, media cerca de 10,2 centímetros e vivia em árvores. Sua dieta era composta de nozes, frutas e sementes. Como os ossos do quadril sugerem o parto de um filhote imaturo, o Crusafontia pode ter sido um marsupial.

Vegetarianismo

Vegetarianismo é um regime alimentar baseado fundamentalmente em alimentos de origem vegetal. Os vegetarianos excluem da sua dieta carne, bem como alimentos derivados (ex., gelatina feita com base em ossos animais). Os ovolactovegetarianos consomem também ovos e leite, e os lacto-vegetarianos leite e lacticínios.

Os vegetarianos estritos excluem da sua alimentação todo e qualquer alimento de origem animal, ou com ingredientes de origem animal. Os veganos excluem todos os produtos de origem animal não só da sua dieta como de tudo o que consomem, incluindo cosméticos, vestuário e calçado, entre outros produtos.

O nome vegetariano não origina da base da alimentação vegetal mas da expressão latina “vegetus”, que significa “forte”, “vigoroso”, “saudável”.

A União Vegetariana Internacional define vegetarianismo como “a prática de não comer carne, aves, peixes ou seus subprodutos, com ou sem uso de laticínios e ovos.” [1]

Razões para uma dieta vegetariana

Há diversas razões que levam uma pessoa a adoptar uma dieta vegetariana, designadamente as seguintes: de saúde, ecológicas, éticas, econômicas e religiosas.

Razões de Saúde

Por aconselhamento médico ou por auto-iniciativa, esta é uma motivação para muitas pessoas seguirem um regime vegetariano.
Uma dieta vegetariana equilibrada é geralmente eficaz em equilibrar os níveis de colesterol, reduzir o risco de doenças cardio-vasculares e também evitar alguns tipos de cancro (Câncer), entre outras razões [2], [3], [4].
Outro aspecto relevante prende-se com a qualidade dos produtos animais que chegam ao mercado. Os animais criados para consumo humano são alimentados com uma quantidade significativa de hormonas de crescimento e antibióticos para resistirem às doenças, sendo a carne que chega à mesa, muitas vezes, de má qualidade. Por outro lado, a poluição dos mares e rios torna o peixe igualmente inseguro.
Um terceiro ponto, nas razões de saúde, são as recorrentes crises da indústria alimentar, como a das vacas loucas ou a da gripe aviária, que levam muitas pessoas a adoptar uma dieta diferente.

Razões ecológicas

A motivação aqui é racionalizar a utilização dos recursos naturais para a obtenção de alimentos. Um vegetariano reduz um elo da cadeia alimentar, tornando-a mais eficiente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental da sua alimentação.
Para produzir carne é necessário cultivar plantas, que alimentam o gado, que por sua vez irá alimentar o Homem. Durante o passo de alimentação do gado foram gastos recursos como a água, energia e tempo, que poderiam ter sido poupados se o Homem consumisse directamente os vegetais.
Exemplo: Para produzir 1 kg de carne bovina são gastos aproximadamente 15 mil litros de água (incluindo a rega das plantas, a higiene do animal, etc); para produzir 1kg de soja são gastos menos de 1300 litros de água, cerca de 10%. A economia de água é, portanto, superior a 90%, sem que o bife traga necessariamente um valor acrescentado significativo relativamente ao cereal.

Razões éticas

Muitos vegetarianos não concebem o homem como superior ao animal, do ponto de vista do direito à vida. Ou seja, não é justo tirar a vida a um animal para alimentar uma pessoa, especialmente quando a vida dessa pessoa não depende da vida do animal. Portanto, devem co-existir os dois.
Outro aspecto prende-se com a forma como os animais são tratados. Os animais produzidos pela indústria agro-pecuária moderna são confinados em pequenos espaços, alimentados de forma artificial e tratados por vezes de forma brutal durante o transporte ou antes do abate.

Razões econômicas

A base alimentar do vegetarianismo consiste em alimentos de um nível inferior da cadeia alimentar, os legumes, frutos e grãos, mais baratos do que a carne ou o peixe, quando de qualidades comparáveis.
Os alimentos vegetarianos processados, como o tofu ou o seitan são muitas vezes produzidos pelos próprios consumidores em casa.
As razões econômicas não costumam, isoladamente, motivar uma pessoa a adaptar a dieta vegetariana, mas contribui muitas vezes, a par de outras motivações, para a mudança de regime alimentar, ou a sua manutenção.

Razões espirituais

As motivações religiosas são, muitas vezes, revestidas de grande complexidade. Budistas, Hindus e Adventistas do Sétimo Dia são tipicamente conotados com o vegetarianismo, mas as motivações não são necessariamente imposições religiosas (isto é, comer carne não é necessariamente visto como um pecado, por exemplo). Muitos Budistas preferem a dieta vegetariana porque defendem a não-violência, o que é, portanto, uma motivação ética. Muitos Adventistas escolhem e aconselham a dieta vegetariana porque a vêem como mais saudável e, portanto, vantajosa para o corpo terreno - o que é, consequentemente, uma motivação de saúde.

Vegetarianismo

Vegetarianismo é um regime alimentar baseado fundamentalmente em alimentos de origem vegetal. Os vegetarianos excluem da sua dieta carne, bem como alimentos derivados (ex., gelatina feita com base em ossos animais). Os ovolactovegetarianos consomem também ovos e leite, e os lacto-vegetarianos leite e lacticínios.

Os vegetarianos estritos excluem da sua alimentação todo e qualquer alimento de origem animal, ou com ingredientes de origem animal. Os veganos excluem todos os produtos de origem animal não só da sua dieta como de tudo o que consomem, incluindo cosméticos, vestuário e calçado, entre outros produtos.

O nome vegetariano não origina da base da alimentação vegetal mas da expressão latina “vegetus”, que significa “forte”, “vigoroso”, “saudável”.

A União Vegetariana Internacional define vegetarianismo como “a prática de não comer carne, aves, peixes ou seus subprodutos, com ou sem uso de laticínios e ovos.” [1]

Razões para uma dieta vegetariana

Há diversas razões que levam uma pessoa a adoptar uma dieta vegetariana, designadamente as seguintes: de saúde, ecológicas, éticas, econômicas e religiosas.

Razões de Saúde

Por aconselhamento médico ou por auto-iniciativa, esta é uma motivação para muitas pessoas seguirem um regime vegetariano.
Uma dieta vegetariana equilibrada é geralmente eficaz em equilibrar os níveis de colesterol, reduzir o risco de doenças cardio-vasculares e também evitar alguns tipos de cancro (Câncer), entre outras razões [2], [3], [4].
Outro aspecto relevante prende-se com a qualidade dos produtos animais que chegam ao mercado. Os animais criados para consumo humano são alimentados com uma quantidade significativa de hormonas de crescimento e antibióticos para resistirem às doenças, sendo a carne que chega à mesa, muitas vezes, de má qualidade. Por outro lado, a poluição dos mares e rios torna o peixe igualmente inseguro.
Um terceiro ponto, nas razões de saúde, são as recorrentes crises da indústria alimentar, como a das vacas loucas ou a da gripe aviária, que levam muitas pessoas a adoptar uma dieta diferente.

Razões ecológicas

A motivação aqui é racionalizar a utilização dos recursos naturais para a obtenção de alimentos. Um vegetariano reduz um elo da cadeia alimentar, tornando-a mais eficiente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental da sua alimentação.
Para produzir carne é necessário cultivar plantas, que alimentam o gado, que por sua vez irá alimentar o Homem. Durante o passo de alimentação do gado foram gastos recursos como a água, energia e tempo, que poderiam ter sido poupados se o Homem consumisse directamente os vegetais.
Exemplo: Para produzir 1 kg de carne bovina são gastos aproximadamente 15 mil litros de água (incluindo a rega das plantas, a higiene do animal, etc); para produzir 1kg de soja são gastos menos de 1300 litros de água, cerca de 10%. A economia de água é, portanto, superior a 90%, sem que o bife traga necessariamente um valor acrescentado significativo relativamente ao cereal.

Razões éticas

Muitos vegetarianos não concebem o homem como superior ao animal, do ponto de vista do direito à vida. Ou seja, não é justo tirar a vida a um animal para alimentar uma pessoa, especialmente quando a vida dessa pessoa não depende da vida do animal. Portanto, devem co-existir os dois.
Outro aspecto prende-se com a forma como os animais são tratados. Os animais produzidos pela indústria agro-pecuária moderna são confinados em pequenos espaços, alimentados de forma artificial e tratados por vezes de forma brutal durante o transporte ou antes do abate.

Razões econômicas

A base alimentar do vegetarianismo consiste em alimentos de um nível inferior da cadeia alimentar, os legumes, frutos e grãos, mais baratos do que a carne ou o peixe, quando de qualidades comparáveis.
Os alimentos vegetarianos processados, como o tofu ou o seitan são muitas vezes produzidos pelos próprios consumidores em casa.
As razões econômicas não costumam, isoladamente, motivar uma pessoa a adaptar a dieta vegetariana, mas contribui muitas vezes, a par de outras motivações, para a mudança de regime alimentar, ou a sua manutenção.

Razões espirituais

As motivações religiosas são, muitas vezes, revestidas de grande complexidade. Budistas, Hindus e Adventistas do Sétimo Dia são tipicamente conotados com o vegetarianismo, mas as motivações não são necessariamente imposições religiosas (isto é, comer carne não é necessariamente visto como um pecado, por exemplo). Muitos Budistas preferem a dieta vegetariana porque defendem a não-violência, o que é, portanto, uma motivação ética. Muitos Adventistas escolhem e aconselham a dieta vegetariana porque a vêem como mais saudável e, portanto, vantajosa para o corpo terreno - o que é, consequentemente, uma motivação de saúde.

L-carnitine

L-CARNITINE é uma substância que contém aminoácidos que desempenham um papel importante no metabolismo da gordura, transportando os ácidos gordos de cadeia longa, para a mitocôndria (fonte energética das células), contribuindo assim para a combustão da gordura. O metabolismo das gorduras nas células musculares, pode ser melhorado com a ajuda adequada de Carnitina, desta forma a energia retida pelo músculo é também aumentada. Estudos feitos demonstram a alta performance e o positivo efeito de L-CARNITINE.

Carnitina é produzida pelo organismo em pequenas quantidades. Esta pode ser armazenada pelo organismo através da maior parte do tecido muscular. Através de uma dieta balanceada são absorvidas entre 50 e 100mg de carnitina diárias. A fonte mais rica em carnitina é a carne (especialmente a carne de carneiro). Em dietas vegetarianas, são encontradas pequenas quantidades de carnitina.

Ursavus

Ursavus é um gênero de mamífero que existiu há cerca 20 milhões de anos. É o antepassado comum dos ursos atuais. Seus fósseis indicam que era um animal pequeno que vivia em florestas, tinha o corpo coberto por uma densa pelagem para suportar invernos frios e sua dieta era onívora.

A família do Ursavus se dividiu em dois ramos, o Ailuropodinae (que originou o panda) e o Agriotherium (que originou os demais ursos).

Cultura da Mongólia

A cultura da Mongólia é bastante homogénea, havendo poucas diferenças no seio da população.

A Mongólia tem o seu próprio grupo étnico, que compreende 85% da população do país, a língua oficial o calca-mongol é falada por 90% das pessoas e 96% da população é budista.

A população da Mongólia ronda os 2,6 milhões de pessoas, 65% dos quais entre os 16 e os 64 anos de idade, apenas 4% da população acima dos 64. O vírus da SIDA não tem uma presença significativa, com apenas 100 pessoas contaminadas em todo o país.

Cada mulher tem 2 a 3 filhos, havendo uma com uma taxa de mortalidade infantil de 6%, a população tem crescido mas tem uma baixa esperança média de vida, apenas 63 anos.

A principal festividade é o Dia da Revolução, conhecido como Naadam, que celebra a data da independência da Mongólia da China, a 11 de Julho. Não se considerando o facto de a Mongólia ter passado a ser parte da União Soviética.

A dieta da população depende da região do país considerada e consiste sobretudo em carne, sendo os vegetais uma novidade na dieta mongol. No sul, consome-se cordeiro e muitos produtos derivados do camelo. Nas montanhas, o bife é muito mais comum. Na capital, Ulaanbaatar, existe uma vasta variedade de comida disponível, a maior parte desta importada.

A manteiga de leite de Iaque é bastante importante para os mongóis, quer como combustível para as lâmpadas, quer como alimento. No passado, como era praticamente a única fonte de combustível, as escolas eram por vezes obrigadas a optar entre ter comida para os trabalhadores e alunos, ou iluminação para se poder ler e estudar.

Acima de tudo, não há figura mais venerada na cultura popular mongol do que Genghis Khan, o fundador do Império Mongol no século XIII. Seu local de nascimento, seus possíveis locais de sepultamento, supostas relíquias pertencentes ao antigo conquistador mongol são celebrados em procissões e feriados nacionais e considerados sagrados - num ponto onde cultura e religião começam a se fundir.

Wojsko komputowe

Wojsko komputowe (exército de orçamento) é um tipo de unidade militar usada na República das Duas Nações nos séculos XVII e XVIII.

Até o meio do século XVII, as forças polonesas estavam divididas em unidades permanentes (polonês: wojsko kwarciane) e unidades suplementares (polonês: wojsko komputowe, também wojsko suplementowe), que eram criadas segundo as necessidades militares. Em 1652 essa distinção terminou, e os dois tipos de forças foram fundidas no wojsko komputowe.

A etimologia do nome vem do latim computatio (conta, cálculo), e do Polonês Antigo komput - orçamento do exército que era votado pelo parlamento da República, o Sejm.

Wojsko kwarciane era composto de várias unidades, formadas por soldados nascidos na República e por mercenários estrangeiros. A Dieta votava em pagar por certo número de unidades (porções, polonês: porcje, na infantaria, e cavalos, polonês: konie para a cavalaria).

O número de pessoas (que era mantido como um segredo de Estado) variava, porque geralmente os comandantes (hetmans) pagavam, por um número adicional de homens, de seus próprios bolsos. Durante o tempo de paz, o orçamento do exército da República constava de cerca de 12 000 homens da parte polonesa e de 6 000 do Grão-Ducado da Lituânia. Durante o tempo de guerra esse número era aumentado para cerca de 24 000-40 000 para a Polônia e 8 000-22 000 para a Lituânia.

Além disso, o wojsko kwarciane era suplementado com a base de recrutas camponeses de piechota wybraniecka e a partir de 1653, piechota łanowa, cossacos registrados (até 1699), pospolite ruszenie, Guarda Real, paramilitares dos magnatas e cidades e wojsko ordynackie.

Em 1717 a “Dieta Calada” (Sejm Niemy), instalada sob a coação russa, estipulou valores de 18 000 homens para a Polônia e 6 200 para a Lituânia. Isto marcou o início do controle russo sobre os exércitos da República, que permaneceria até a Constituição polonesa de 3 de maio de 1791.