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Parlamento da Finlândia

O parlamento da Finlândia (finlandês: Eduskunta) é um parlamento unicameral, composto por 200 membros, e reúne-se na Casa do Parlamento (finlandês: Eduskuntatalo), em Helsinque.

O parlamento cria leis, decide o orçamento, aprova tratados internacionais e supervisiona as atividades do governo. Pode alterar a constituição, intervir nas decisões do conselho de estado e subrepujar os vetos presidenciais. Seus atos não estão sujeitos à revisão legal.

O parlamento foi estabelecido em 1916, subtituíndo a dieta da Finlândia como órgão legislativo do Grão-ducado da Finlândia.

Cultura da Mongólia

A cultura da Mongólia é bastante homogénea, havendo poucas diferenças no seio da população.

A Mongólia tem o seu próprio grupo étnico, que compreende 85% da população do país, a língua oficial o calca-mongol é falada por 90% das pessoas e 96% da população é budista.

A população da Mongólia ronda os 2,6 milhões de pessoas, 65% dos quais entre os 16 e os 64 anos de idade, apenas 4% da população acima dos 64. O vírus da SIDA não tem uma presença significativa, com apenas 100 pessoas contaminadas em todo o país.

Cada mulher tem 2 a 3 filhos, havendo uma com uma taxa de mortalidade infantil de 6%, a população tem crescido mas tem uma baixa esperança média de vida, apenas 63 anos.

A principal festividade é o Dia da Revolução, conhecido como Naadam, que celebra a data da independência da Mongólia da China, a 11 de Julho. Não se considerando o facto de a Mongólia ter passado a ser parte da União Soviética.

A dieta da população depende da região do país considerada e consiste sobretudo em carne, sendo os vegetais uma novidade na dieta mongol. No sul, consome-se cordeiro e muitos produtos derivados do camelo. Nas montanhas, o bife é muito mais comum. Na capital, Ulaanbaatar, existe uma vasta variedade de comida disponível, a maior parte desta importada.

A manteiga de leite de Iaque é bastante importante para os mongóis, quer como combustível para as lâmpadas, quer como alimento. No passado, como era praticamente a única fonte de combustível, as escolas eram por vezes obrigadas a optar entre ter comida para os trabalhadores e alunos, ou iluminação para se poder ler e estudar.

Acima de tudo, não há figura mais venerada na cultura popular mongol do que Genghis Khan, o fundador do Império Mongol no século XIII. Seu local de nascimento, seus possíveis locais de sepultamento, supostas relíquias pertencentes ao antigo conquistador mongol são celebrados em procissões e feriados nacionais e considerados sagrados - num ponto onde cultura e religião começam a se fundir.

Cultura da Mongólia

A cultura da Mongólia é bastante homogénea, havendo poucas diferenças no seio da população.

A Mongólia tem o seu próprio grupo étnico, que compreende 85% da população do país, a língua oficial o calca-mongol é falada por 90% das pessoas e 96% da população é budista.

A população da Mongólia ronda os 2,6 milhões de pessoas, 65% dos quais entre os 16 e os 64 anos de idade, apenas 4% da população acima dos 64. O vírus da SIDA não tem uma presença significativa, com apenas 100 pessoas contaminadas em todo o país.

Cada mulher tem 2 a 3 filhos, havendo uma com uma taxa de mortalidade infantil de 6%, a população tem crescido mas tem uma baixa esperança média de vida, apenas 63 anos.

A principal festividade é o Dia da Revolução, conhecido como Naadam, que celebra a data da independência da Mongólia da China, a 11 de Julho. Não se considerando o facto de a Mongólia ter passado a ser parte da União Soviética.

A dieta da população depende da região do país considerada e consiste sobretudo em carne, sendo os vegetais uma novidade na dieta mongol. No sul, consome-se cordeiro e muitos produtos derivados do camelo. Nas montanhas, o bife é muito mais comum. Na capital, Ulaanbaatar, existe uma vasta variedade de comida disponível, a maior parte desta importada.

A manteiga de leite de Iaque é bastante importante para os mongóis, quer como combustível para as lâmpadas, quer como alimento. No passado, como era praticamente a única fonte de combustível, as escolas eram por vezes obrigadas a optar entre ter comida para os trabalhadores e alunos, ou iluminação para se poder ler e estudar.

Acima de tudo, não há figura mais venerada na cultura popular mongol do que Genghis Khan, o fundador do Império Mongol no século XIII. Seu local de nascimento, seus possíveis locais de sepultamento, supostas relíquias pertencentes ao antigo conquistador mongol são celebrados em procissões e feriados nacionais e considerados sagrados - num ponto onde cultura e religião começam a se fundir.

Cultura da Mongólia

A cultura da Mongólia é bastante homogénea, havendo poucas diferenças no seio da população.

A Mongólia tem o seu próprio grupo étnico, que compreende 85% da população do país, a língua oficial o calca-mongol é falada por 90% das pessoas e 96% da população é budista.

A população da Mongólia ronda os 2,6 milhões de pessoas, 65% dos quais entre os 16 e os 64 anos de idade, apenas 4% da população acima dos 64. O vírus da SIDA não tem uma presença significativa, com apenas 100 pessoas contaminadas em todo o país.

Cada mulher tem 2 a 3 filhos, havendo uma com uma taxa de mortalidade infantil de 6%, a população tem crescido mas tem uma baixa esperança média de vida, apenas 63 anos.

A principal festividade é o Dia da Revolução, conhecido como Naadam, que celebra a data da independência da Mongólia da China, a 11 de Julho. Não se considerando o facto de a Mongólia ter passado a ser parte da União Soviética.

A dieta da população depende da região do país considerada e consiste sobretudo em carne, sendo os vegetais uma novidade na dieta mongol. No sul, consome-se cordeiro e muitos produtos derivados do camelo. Nas montanhas, o bife é muito mais comum. Na capital, Ulaanbaatar, existe uma vasta variedade de comida disponível, a maior parte desta importada.

A manteiga de leite de Iaque é bastante importante para os mongóis, quer como combustível para as lâmpadas, quer como alimento. No passado, como era praticamente a única fonte de combustível, as escolas eram por vezes obrigadas a optar entre ter comida para os trabalhadores e alunos, ou iluminação para se poder ler e estudar.

Acima de tudo, não há figura mais venerada na cultura popular mongol do que Genghis Khan, o fundador do Império Mongol no século XIII. Seu local de nascimento, seus possíveis locais de sepultamento, supostas relíquias pertencentes ao antigo conquistador mongol são celebrados em procissões e feriados nacionais e considerados sagrados - num ponto onde cultura e religião começam a se fundir.

Antropologia da alimentação

Antropologia da alimentação é uma área de pesquisa da antropologia. Não obstante ser parte fundamental da manutenção da vida, a alimentação só passou a ser tema da pesquisa das ciências sociais a partir do século passado (séc. XX).

Entre os autores clássicos da antropologia, destaca-se Claude Levy-Strauss que, em “O Cru e o Cozido”, fundamentou as pesquisas sobre o simbolismo do processo de cozimento como manifestação arquetipica da passagem da natureza para a cultura.

Na América Latina, destacam-se os estudos de história da alimentação mexicana e argentina, hoje clássicos nas bibliografias de estudos sociais do mundo inteiro.

No Brasil, destacam-se os cientistas Luís Câmara Cascudo e seus estudos inaugurais sobre pratos típicos brasileiros, e Gilberto Freire e seus estudos sobre o açúcar na culinária e na economia nacionais.

A antropologia da alimentação inclui os seguintes temas principais: simbolismo da alimentação (comidas sagradas, tabus religiosos envolvidos na alimentação, comidas e cultura popular, mitos alimentares), alimentação e processos de interação social (hábitos alimentares e classes sociais, dieta e “modus vivendi”, transformações da alimentação e modernidade, alimentação e etnicidade) alimentação e saúde física (dieta e exercícios, engenharia nutricional, transgênicos e seu impacto na alimentação hodierna).

Frederico III, Eleitor da Saxônia

Frederico III, também conhecido como Frederico, o Sábio, (17 de Janeiro de 1463 - 5 de Maio de 1525) foi o Príncipe-eleitor da Saxónia entre 1486 e 1525.

Foi o filho de Ernst, Príncipe-eleitor da Saxónia e da esposa Elisabete, filha de Alberto, duque da Baviera. Ele sucedeu ao pai como eleitor em 1486.

Em 1502 ele fundou a Universidade de Wittenberg, onde Martinho Lutero e Melanchthon ensinaram.

Ele foi também o candidato do papa Leão X para santo imperador romano em 1519, mas ajudou a eleger Carlos V. Frederico conseguiu a isenção da Saxónia do Édito de Worms e assegurou que Lutero fosse ouvido perante a Dieta de Worms em 1521.

Ele protegeu Lutero do imperador e do papa ao ordenar que o abrigassem no castelo de Wartburg após a Dieta de Worms.

Frederico teve no entanto pouco contacto pessoal com Lutero, tendo permanecido católico romano.

Curiosidades

O papel de Frederico, o sábio no filme “Luther” (”Lutero”, em português) do realizador Eric Till, estreado em 2003, foi desempenhado por Sir Peter Ustinov.

A Dieta da Longevidade

A Dieta da Longevidade ou (The Longevity Diet, na versão original em língua inglesa) é um livro escrito por Brian M. Delaney e Lisa Walford que propõe critérios para estruturar um regime alimentar que supostamente ajuda a viver mais e a reduzir os riscos de doenças do envelhecimento.

Frederico III, Eleitor da Saxônia

Frederico III, também conhecido como Frederico, o Sábio, (17 de Janeiro de 1463 - 5 de Maio de 1525) foi o Príncipe-eleitor da Saxónia entre 1486 e 1525.

Foi o filho de Ernst, Príncipe-eleitor da Saxónia e da esposa Elisabete, filha de Alberto, duque da Baviera. Ele sucedeu ao pai como eleitor em 1486.

Em 1502 ele fundou a Universidade de Wittenberg, onde Martinho Lutero e Melanchthon ensinaram.

Ele foi também o candidato do papa Leão X para santo imperador romano em 1519, mas ajudou a eleger Carlos V. Frederico conseguiu a isenção da Saxónia do Édito de Worms e assegurou que Lutero fosse ouvido perante a Dieta de Worms em 1521.

Ele protegeu Lutero do imperador e do papa ao ordenar que o abrigassem no castelo de Wartburg após a Dieta de Worms.

Frederico teve no entanto pouco contacto pessoal com Lutero, tendo permanecido católico romano.

Curiosidades

O papel de Frederico, o sábio no filme “Luther” (”Lutero”, em português) do realizador Eric Till, estreado em 2003, foi desempenhado por Sir Peter Ustinov.

Frederico III, Eleitor da Saxônia

Frederico III, também conhecido como Frederico, o Sábio, (17 de Janeiro de 1463 - 5 de Maio de 1525) foi o Príncipe-eleitor da Saxónia entre 1486 e 1525.

Foi o filho de Ernst, Príncipe-eleitor da Saxónia e da esposa Elisabete, filha de Alberto, duque da Baviera. Ele sucedeu ao pai como eleitor em 1486.

Em 1502 ele fundou a Universidade de Wittenberg, onde Martinho Lutero e Melanchthon ensinaram.

Ele foi também o candidato do papa Leão X para santo imperador romano em 1519, mas ajudou a eleger Carlos V. Frederico conseguiu a isenção da Saxónia do Édito de Worms e assegurou que Lutero fosse ouvido perante a Dieta de Worms em 1521.

Ele protegeu Lutero do imperador e do papa ao ordenar que o abrigassem no castelo de Wartburg após a Dieta de Worms.

Frederico teve no entanto pouco contacto pessoal com Lutero, tendo permanecido católico romano.

Curiosidades

O papel de Frederico, o sábio no filme “Luther” (”Lutero”, em português) do realizador Eric Till, estreado em 2003, foi desempenhado por Sir Peter Ustinov.

André III da Hungria

André III (Endre, em húngaro) (*c. 1265 — †14 de janeiro de 1301) foi rei da Hungria de 1290 até a sua morte, com a qual extinguiu-se a linhagem masculina da Dinastia de Árpád.

Devido ao crescente poder dos senhores feudais húngaros e ao correlato enfraquecimento do poder central, o país afundou em completa anarquia no final dos anos 1290.

Seguiu-se à morte de André um interregno no qual Otão, Duque da Baviera, o futuro Venceslau III da Boêmia e Carlos Roberto de Anjou foram proclamados reis por diferentes facções da nobreza feudal húngara. Por fim, a dinastia angevina logrou consolidar-se no poder e Carlos Roberto (neto de Maria Árpád da Hungria - esta, irmã de Ladislau IV da Hungria - e irmão e herdeiro de Carlos Martel de Anjou) foi reconhecido como rei da Hungria.

André III foi o primeiro rei a convocar uma Dieta na Hungria.

André era neto de André II da Hungria.